Esses "bancos de areia", ou filamentos, ficam entre aglomerados de galáxias e formam uma estrutura cristalina conhecida como teia cósmica. Apesar de imensos, esses filamentos são difíceis de serem estudados. Há dois anos, o Spitzer revelou revelou um deles, com estrelas em formação, entre os aglomerados de galáxias Abell 1763 e Abell 1770.
Agora, essas observações foram reforçadas pela descoberta, dentro deste mesmo filamento, de uma galáxia que tem uma forma de bumerangue e jatos de luz incomuns.
Segundo estudo que será publicado em dezembro no Astrophysical Journal Letters, astrônomos provam a existência do filamento e mostra que estruturas como essa são essenciais para a evolução dos aglomerados de galáxias.
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